Na Casa do Pecado, prostíbulo de superseres, uma stripper de destaque conhecida como Fogosa é vítima de um ataque de colegas de trabalho ciumentas. Ela perde o controle de seus poderes e acaba fazendo o local pegar fogo! Fogosa corre risco de vida, mas é salva por Seu Zé, o Ancião.
Jardim da Redenção, palco de confusão, desordem e crimes, não importa a
hora do dia. Os bares lotados de bêbados e gente da pior espécie sempre são os
maiores focos das brigas. Num quarteirão afastado reside “A Casa do Pecado”,
uma boate meia tigela que não foge da regra, mas lá diferentemente dos outros
locais, super-seres de várias formas e tipos circulam tranquilamente no local,
satisfazendo clientes com fetiches questionáveis.
Numa madrugada, como qualquer outra, clientes se divertem, bebem e brigam
enquanto ocorria o show de Fogosa, uma mutante que tinha uma labareda ao invés
de cabelos, era a preferida da casa, e a mais disputada para uma dança
vip.
O sucesso dela causava inveja nas outras stripper's da boate, que resolvem
boicotar o show da mutante. Uma garrafa de álcool parecia suficiente para
assustar os clientes e ferrar de vez com Fogosa, mas passou dos limites. No
instante que a garrafa acertou a cabeça da moça em cheio, todo o palco pegou
fogo, até mesmo o poste onde ela fazia um numero de pole dance começou a ser
consumido pelo fogo. Com o susto os clientes começaram a correr derramando
bebida por toda a parte, o que aumentou o fogo no local.
Fogosa era resistente ao fogo, mas estava desacordada e o local, que já tinha
fracas estruturas, estava se comprometendo e logo logo iria desabar em cima da
stripper.
O fogo se espalhava pela “Casa do Pecado”
transformando a boate num verdadeiro inferno, o que aumentava as chances de uma
morte horrível para a striper Fogosa, que continuava desmaiada no meio do
palco. Do lado de fora a multidão assustada assistia a boate arder em chamas.
-A Fogosa ainda tá lá dentro gente!! Ela vai morrê!!! – Grita uma das stripers
-Hic.. pó dexa que eu salvo!
Um velho entra na boate, e antes que alguém conseguisse o impedir várias toras flamejantes caem bloqueando a entrada. Ancião, tonto, cambaleava pelo local, de tão bêbado quase não se preocupava com o fogo que se espalhava pelas paredes e chão da boate.
Ele logo avista Fogosa caída no palco, e ainda tonto tenta se aproximar dela o mais rápido possível. Ele vai cambaleando apoiando em cadeiras e mesas e por uma incrível sorte, os pedaços de madeira que caiam do teto prestes a acertá-lo, ele conseguia desviar por estar muito embriagado.
Já a uma distância menor ele transforma seu braço numa espécie de chicote, e quando olha para a striper novamente sua visão o engana, fazendo ele ver três imagens iguais.
-Aiai, vou mirar na do meio! Hic
Ancião lança o chicote no seu alvo, e acerta. Em um instante ele a puxa caindo perfeitamente em seus braços. O idoso começa ouvir estalos e vê uma parte da parede desmoronando, era o que ele precisava. Rapidamente foge da boate e vai o mais longe que consegue, antes do local cair aos pedaços. Fogosa acorda ainda nos braços do velho, e se tampa envergonhada por estar seminua.
-A Fogosa ainda tá lá dentro gente!! Ela vai morrê!!! – Grita uma das stripers
-Hic.. pó dexa que eu salvo!
Um velho entra na boate, e antes que alguém conseguisse o impedir várias toras flamejantes caem bloqueando a entrada. Ancião, tonto, cambaleava pelo local, de tão bêbado quase não se preocupava com o fogo que se espalhava pelas paredes e chão da boate.
Ele logo avista Fogosa caída no palco, e ainda tonto tenta se aproximar dela o mais rápido possível. Ele vai cambaleando apoiando em cadeiras e mesas e por uma incrível sorte, os pedaços de madeira que caiam do teto prestes a acertá-lo, ele conseguia desviar por estar muito embriagado.
Já a uma distância menor ele transforma seu braço numa espécie de chicote, e quando olha para a striper novamente sua visão o engana, fazendo ele ver três imagens iguais.
-Aiai, vou mirar na do meio! Hic
Ancião lança o chicote no seu alvo, e acerta. Em um instante ele a puxa caindo perfeitamente em seus braços. O idoso começa ouvir estalos e vê uma parte da parede desmoronando, era o que ele precisava. Rapidamente foge da boate e vai o mais longe que consegue, antes do local cair aos pedaços. Fogosa acorda ainda nos braços do velho, e se tampa envergonhada por estar seminua.
-Obrigada... - agradece.
-Você pode agradecer dando um beijinho aqui no velho... - fala fazendo um bico.
Então, uma sombra cobre os dois. Um meta-humano com chifres que Ancião havia comprado briga reaparece.
-Hora de acertar nossas contas, velhote...
Fogosa vai embora, constrangida. Ancião olha para seu adversário.
-Ih, agora o velho dançou...

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