Após o incidente com o esqueleto, Defensor ainda esta sem a pedra de
teleporte. Sendo assim ele ficou vulnerável aos ataques dos homens da
P.E.G.A.S.U.S. que agora se encontravam em perseguindo-o. Sem rumo ele
se refugiou no Parque da cidade sendo salvo por Ratazana que o levou
para um dos esconderijos do Bando na região e tratou seus ferimentos.
Depois de tentar salvar uma vitima de um incidente com um morto-vivo, no Parque da Cidade, Defensor havia se envolvido em diversos problemas. Ele havia perdido a pedra que lhe dava poderes de criar portais, ficando assim vulnerável aos ataques dos homens da P.E.G.A.S.U.S. que agora se encontravam em perseguindo-o. Aproveitando-se que ainda possuía habilidades sobre-humanas e também a sua arma, que lhe permitiria combater caso necessário, ele avançou para o bosque, tentando conseguir alguma vantagem contra os homens da P.E.G.A.S.U.S.
Aqui, acho que está bom.
Dizia ele, enquanto chegava a uma mata fechada e se posicionava entre as arvores, conseguindo uma posição estratégica. Sua índole não permitia que ele eliminasse a sangue frio os militares que estavam apenas cumprindo com seu dever, portando ele precisava se esconder e tentar desarmá-los. Mas essa era uma missão praticamente impossível para um herói só...
A situação estava cada vez mais complicada para Dillian Fa, o Defensor, mas ele não se abalava. Os homens da P.E.G.A.S.U.S. o cercavam no bosque e tudo parecia perdido, mas ele não pretendia desistir. Conseguindo se isolar em uma parte mais fechada do bosque, ele pode enfrentar um grupo de seis soldados, que avançaram para aquela direção. Algo estava deixando-os confusos, pois estavam se separando em vários grupos, o que de alguma forma facilitava de alguma forma as coisas para Dillian.
– Isso vai ser complicado... Que a força cósmica me ajude, pois não terei uma segunda chance.
Usando de suas habilidades de combate ele avançou contra os soldados, usando seu corpo para esbarrar contra o dele – jogando um contra o outro, derrubando-os – em seguida usou sua agilidade para se esquivar da chuva de balas que veio em seguida. Por fim, usando sua espada, pode destruir a arma dos outros quatro – apagando-os em seguida com golpes físicos, não-letais. Enquanto Dillian se preparava para avançar contra um segundo grupo de soldados, ele foi agarrado por outra criatura, antes que tentasse reagir, ouvir uma voz familiar.
– Vem comigo, eu sei que você é bom e preciso entender o que está acontecendo. Vou te salvar.
Confiando em Ratazana – que havia conhecido em outra ocasião – o herói perseguido fugiu por uma trilha na mata, por algum tempo eles até pensaram que estavam seguros. Mas foram interrompidos por um tiro de escopeta, que acertou a arvore ao lado deles. Olhando eles podiam ver um grupo de mais sete soldados, que avançavam atirando. Ratazana iria ser alvejada pelas balas, mas Defensor se colocou na frente das balas, tomando-as no tórax e cuspindo sangue.
– Ataquem eles, meus filhos!
Os ratos avançavam contra os soldados, saindo de todos os lados, atrapalhando a visão e concentração – impedindo que eles pudessem atirar novamente contra os dois.
Logo eles estariam inconscientes com o ataque. Enquanto isso, Ratazana agarrou o corpo hemorrágico de Dillian.
– Por que fez isso, você é louco?
– Você veio me salvar, não podia deixar que – ele tossiu mais sangue – morresse em meu lugar...
– Fique calado, ainda podemos salvar você.
Defensor parecia estar inconsciente, Ratazana o levou para um dos esconderijos do Bando na região e tratou seus ferimentos. Ele entrou em uma espécie de coma, ficando por alguns dias assim, enquanto seus ferimentos se cuidavam. Todos os membros do bando se dedicaram a salvar o alienígena, pois ele havia salvado a vida de Ratazana. Não sabiam quando ele iria acordar, mas já estavam prontos para recebê-lo entre eles. E agora, fraco e procurado pelos militares, Dillian não poderia se dar ao luxo de negar o convite do Bando... ou poderia?

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